Mais esperei do que experimentei.
¿ Será possível experimentar mais do que esperar?
Tanto mar, e eu terra à vista.
Eu a mergulhar na sua ferida feminina de nascença.
E depois te largar sem querer
até doer como um estômago arrancado a unha.
E já não posso mais comer, pois não há como digerir o mundo
e dirigir a geléia geral.
¿A alegria é a prova dos nove?
¿Como prová-la entre zeros à esquerda?
¿Chutar a própria bunda?
¿Fugir da própria sombra?
¿Comer a própria língua?
¿Foder o próprio cu?
O vento bate na cara antes do chão.
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